
Madeira 4 Estações – Produção e Realização:
Eduardo Costa Produções
Madeira 4 Estações é um documentário em formato DVD foi concebido com o objectivo de divulgar a história, tradições, costumes, localidades e paisagens naturais das ilhas da Madeira e Porto Santo. Contém imagens do Funchal, Zona Velha, Mercado dos Lavradores, Hotéis, Levadas, Laurissilva, Museus, Monumentos, Vinho Madeira, Bordados, Vimes, Festa da Flôr, Jardim Botânico, Câmara de Lobos, Ribeira Brava, Ponta do Sol, Calheta, São Vicente, Porto Moniz, Santana, Machico, Porto Santo, Folclore, Desporto, Gastronomia, Cortejo de Carnaval, Fim-de-ano, etc…
O Grupo de Folclore do Rochão associou-se a este brilhante documentário através da representação do baile de cocoras, e aproveitamos, assim, para agradecer toda a produção, na pessoa do Sr. Eduardo Costa, a oportunidade de divulgar, não só, o folclore madeirense como a tradição das gentes do Rochão – Camacha, caracterizada pelo nosso grupo.
De referir, ainda, que este documentário já se encontra à venda, e está sendo distribuido em vários países do mundo, com a mais valia de se apresentar traduzido em 10 idiomas.
VIDEOS:
Madeira 4 Estações
Texto: Ivo Caldeira
Produção e realização: Eduardo Costa
Pós-produção áudio/vídeo: Saúl Caires
Câmara: Carlos Melim, Eduardo Costa,Renato Abreu e Saúl Caires
Idiomas: Português, Inglês, Alemão, Françês,
Espanhol, Italiano, Holandês, Dinamarquês, Sueco e Finlandês
Distribuição: Francisco Ribeiro e Filhos, Lda
CD
A expressão “Meia Valsinha”, atribuída ao título deste CD, advém de uma marcação peculiar do Brinco d’Oito: os bailadores, colocados vis-a-vis, davam a mão direita ficandoaesquerdadescaída. Muitas vezes, a Meia Valsinha, servia também para marcar passo até que o marcador ordenasse nova marcação.
O Brinco d’oito é por excelência o ex-libris do folclore cantado e bailado do Rochão. Proveniente das antigas quadrilhas e, sendo uma contradança, é provável a sua influência Britânica, até porque, na Camacha, muitos ingleses construíram as suas quintas e lá viveram a partir do Séc. XVIII.
As gentes do Rochão e da Camacha deixaram-nos um importante legado em termos etno-folclóricos. De facto, desde o Brinco d’Oito, uma verdadeira contradança, até a Viuvinha – possivelmente uma mourisca… ao bailar de cócoras, entre outros bailados e cantigas, não restam dúvidas da importância deste património imaterial que nos é possível, por via da pesquisa e divulgação, preservá-lo.
Assim, e graças ao aparecimento de grupos de folclore organizados a partir dos inícios do Séc. XX, foi possível perpetuar estes usos e costumes.
O Grupo do Folclore do Rochão, fundado em 17 – 12-1986 por Alexandre Rodrigues, juntamente com um grupo de aficcionadospelofolclore,é o resultado de um fenómeno dos anos oitenta, ou seja a proliferação de grupos de folclore na Madeira.
Este grupo nasce da cisão com outro grupo já existente na Camacha. Assim, a partir da sua fundação foi assentido pelos seus dinamizadores o lema de: recolher, pesquisar, preservar e divulgar: desde logo a ousadia em dirimir certos mitos que se tinham tornado um status-quo, como é caso dos grupos uniformizados, uma vez que o grupo começou desde 1992 a empreender um estudo acérrimo em torno dos: cantares, bailados, indumentária, jogos tradicionais, etc., procurando retratar o mais fidedignamentepossível a sociedade do Rochão/Camacha desde finaisdoSéc. XVIII até princípios do Séc. XX.
Do currículo deste grupo destacam-se: intercâmbios a nível nacional e internacional, com participações em distintos Festivais de Folclore; a realização desde 1990 do Festival de Folclore Nacional, que em 1997 passou a ser Internacional; realização de colóquios, conferências; exposições e recuperação de usos e costumes.
Agradecemos sobre maneira às pessoas que directa ou indirectamente colaboraram neste projecto que, diga-se, em boa verdade, não tem sido muito pacífico,já que na Camacha é muito conturbada a existência de um grupo de folclore…









Foi um prazer poder trabalhar com o vosso grupo.
ecosta
foram 7 dias inesquesiveis impossivies de descrever ,entre eles duas actuacoes fantasticas que fizeram com que o publico fica se ao rubro, foram dias de convivencia, alegria, festa, bincadeira, de tudo se passou foram se criando laços que na hora da despedida falaram mais alto.
agredeço a todo o vosso grupo os momentos que nos proposionaram, toda a energia e cultura que trouxeram da ilha da madeira.
obrigado por tudo
estopendo hoje pude ver algo sobre a madeira obrigado
Olá, sou descendente da Ilha da Madeira, moro no continente e procuro familiares, como vi o meu sobrenome neste site gostaria de poder conhecer os meus familiares.
Obrigado