GFR Participa XXIV Edição da Festa da Maçã da Camacha

Maça

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A Junta de Freguesia da Camacha em parceria com a casa do povo da localidade e com a Paróquia de São Lourenço levam a efeito a XXIV edição da Festa da Maçã.

O evento que conta ainda com o apoio da Secretaria Regional do Ambiente e dos Recursos Naturais e da Câmara Municipal de Santa Cruz, decorre no Largo da Achada até ao final deste domingo com muita animação em palco.

O GFR junta-se à festa no próximo dia 18-10-2009 a partir das 17h00 com muita animação. Participe também!

In “Jornal da Madeira

GFR – A Florista da Camacha – Montagem do Palco

O Grupo de Folclore do Rochão, organizou no passado dia 30 de Agosto de 2009 o seu IX Festival Nacional VII Internacional de Folclore, tendo como tema “A Florista da Camacha”. Aqui fica um excerto da montagem do palco:

GFR Participa na Festa em devoção a Nossa Senhora das Dores

Desmembrada da comunidade paroquial do Caniço, por decreto de D. David de Sousa, de 24 de Novembro de 1960, a paróquia da Assomada entra em actividade no dia 1 de Janeiro de 1961.
Nossa Senhora das Dores foi, desde o princípio a sua Padroeira. As razões deste padroado fundamentam-se em diversos factores, onde predomina o histórico. É uma devoção muito antiga no Sitio da Tendeira, quando este sítio pertencia à paróquia mãe, o Caniço.

As pessoas quotizavam-se mensalmente para prestar homenagem a Nossa Senhora das Dores, com a celebração duma Eucaristia, na paroquial do Caniço; acima da actual igreja da Assomada existia um lugar denominado Calvário, de referência obrigatória para os devotos da paixão de Cristo, onde terá falecido, por acidente, um pároco do Caniço, segundo uma tradição oral. Onde há Calvário, ai está, de pé, junto à cruz, a pessoa da Virgem Santa Maria, ou seja, neste caso, Nossa Senhora das Dores.
Por razões de ordem pastoral, a Festa que guarda relação com o dia litúrgico de Nossa Senhora das Dores, celebrada pela igreja universal a 15 de Setembro, é trasladada para o último domingo de Setembro. Assenta na Confraria de Nossa Senhora das Dores em conjunto com a comunidade paroquial.
De acordo com os seus párocos, a devoção à Senhora das Dores encontra-se profundamente arreigada na população da assomada e recebe, durante as celebrações, expressivas manifestações vindas também de além fronteiras.

In “Jornal da Madeira” de 09/09/2007

O GFR junta-se à festa no próximo dia 27-09-2009 a partir das 21h30 com muita animação. Participe também!

O Bolo do Caco

Bolo do Caco“Assim cresças pão no forno, como a Graça de Deus se espalhou no mundo. Pai, Filho e Espírito Santo”

A mesa madeirense, desde os séculos primordiais, que apresenta alguns pratos forasteiros. Fruto da sua particular posição estratégica, a Madeira, nos séculos XV e XVI, foi o ponto de acolhimento das rotas de migração de plantas e produtos, recebendo deste modo influências gastronómicas do continente Africano, bem como dos continentes do chamado Novo Mundo.

O Bolo do Caco, hoje apreciado no dia-a-dia do madeirense, e cartaz turístico gastronómico da nossa ilha, retrata exactamente esta abrupta influência trazida pela expansão portuguesa.

De origem árabe, este pão, elaborado à base de farinha de trigo, apresenta um aspecto achatado e de bordas arredondadas.

Deve o nome à forma como, até há bem pouco tempo, era cozido: numa pedra de basalto, denominada “caco”, sobre brasas escaldantes. Hoje em dia, utiliza-se a chapa de ferro aquecida por gás industrial, em detrimento do caco de pedra.

Este elo entre passado e presente ou, se preferirmos, antigo e moderno, encontra-se subjacente a qualquer recolha, isto porque o que era já não é, ou seja, falar na produção do bolo do caco de hoje, é falar numa produção com fins comerciais garantidos, enquanto que, em tempos passados, muitas vezes este pão era feito somente para aproveitar o resto de uma amassadura de pão de casa.

AngelinaContou-nos a Sr.ª Angelina “do Tropias”, padeira caseira, actualmente com 80 anos e que ainda se dedica a este ofício, embora apenas para o fabrico de pão de casa, que para fazer bolo do caco não haviam datas marcadas, referindo-se às épocas festivas em que era comum um enriquecer da mesa à hora das refeições, com carne de porco e outras iguarias que só se comiam no Natal, Espírito Santo e outras festividades em honra de diversos oragos.

Na casa da Sr.ª Angelina, no Rochão, para se fazer o bolo do caco, o trigo caseiro era moído em moinhos de mão, não sendo a separação do farelo uma questão primordial, “…ao amassar ia farelo e tudo…”, não havendo margem para desperdícios. O ritual de amassar realizava-se por entre conversas e murros na massa num alguidar, geralmente de madeira ou barro, de modo a torná-la consistente, seguindo-se a levedura precedida pela habitual bênção da massa. “Quando havia…” a batata-doce era outro ingrediente que se juntava à massa, tornando o bolo mais fofo e doce.

Recolha: Élvio Correia, Daniel Teixeira
Colectores: Nelson Baptista, Élvio Neves, Délio Góis
Informante: Sr.ª Angelina
In: Revista de Folclore 48 horas a Bailar - Edição 2009

GFR é notícia no site da CM de Gondomar

A 31-07-2009 o GFR foi notícia no site da Câmara Municipal de Gondomar1 relativamente à visita guiada pela cidade Gondomar e ao intercâmbio realizado com o Rancho Folclórico de Gens.
Deste modo, o GFR vem publicamente agradecer ao Rancho Folclórico de Gens e restante comitiva  a hospitalidade e a amizade com que nos receberam em Gens….

Obrigado

1 Clique no link para ler a notícia

GFR Participa na Festa em Devoção a Nossa Senhora do Livramento

Embora se desconheça a respectiva data, alguns historiadores afirmam que foi no século XVII que surgiu a Capela de Nossa Senhora do Livramento tendo como fundador Sebastião de Oliveira, é neste contexto que provém o nome do sítio do Livramento.

É uma das romarias mais antiga que, nos dias de hoje ainda é celebrada com muita devoção e piedade, na igreja paroquial, talvez a festa celebrada com maior pompa e solenidade, não só pelos residentes, mas sobretudo pelos emigrantes que a levaram para as terras de acolhimento, onde têm sentido a sua intercessão.
O GFR junta-se à festa no próximo dia 13-09-2009 a partir das 19h com muita animação. Participe também!

Festa de Despedida à Asociación Cultural TAJARASTE

Baile da Viuvinha – GFR – IX Festival Nacional VII Internacional de Folclore Rochão 2009

O Grupo de Folclore do Rochão, organizou no passado dia 30 de Agosto de 2009 o seu IX Festival Nacional VII Internacional de Folclore, tendo como tema “A Florista da Camacha”. Aqui fica um excerto da nossa Actuação:

Asociación Cultural TAJARASTE

Excerto da actuação da Asociación Cultural TAJARASTE no IX Festival Nacional VII Internacional de Folclore Rochão 2009

Festival Folclore do Rochão 2009

Cartaz Festival 2009

IX Festival Nacional VII Internacional de Folclore do Rochão

Hoje, 30 de Agosto às 20h na Camacha

Assista em directo pela internet em

 www.gfrochao.com